segunda-feira, 29 de abril de 2013
Ritalina está em falta nas principais farmácias do país
O remédio Ritalina está em falta na maior parte das farmácias do país desde meados de março. Desde o dia 20 de março já não se encontrava Ritalina nas farmacias. Em abril o problema se agravou.
São duas as causas deste problema. O primeiro é que houve um incêndio numa unidade da Novartis no município de Taboão da Serra em São Paulo. É nesta unidade que é fabricada a Ritalina e de onde é feita a distribuição da medicação para todo Brasil. A outra causa, é que a Novartis tem tido dificuldade para importar o metilfenidato, que é o princípio ativo da Ritalina. Este não é produzido no país pela Novartis, o que faz a mesma importa-lo do exterior. A causa da difuculdade é a burocracia promovida pelo governo federal para que a mesma possa importar o metilfenidato.
Apesar destes problemas, a Novartis tem mantido a fabricação da versão LA da Ritalina, versão de efeito duradoura, porém cinco vezes mais cara que a versão convencional da Ritalina. Enquanto a Ritalina normal custa R$19,00, a LA custa R$200,00. Isso tem causado estranheza e até uma certa revolta por parte dos portadores de TDAH, uma vez que nem todos tem condições de comprar a versão mais cara da Ritalina. Outro problema que agrava isso é o fato de que apenas a Novartis produz a Ritalina, uma vez que não há genérico desta e a mesma é a dona da patente desta medicação, dificultando que outros fabricantes possam produzir o mesmo medicamento. E para complicar, este não é coberto pelas redes de farmácias populares mantidas pelos governos federais, estaduais e municipais pelo Brasil a fora.
A Ritalina é a principal medicação consumida pelos portadores do transtorno de déficit de atenção e hiperatividade, o TDAH. Ela controla o transtorno, permitindo que os portadores do mesmo possam ter uma vida normal. Sem ela, a vida de um portador de TDAH vira um tremendo transtorno, pois mesmo fica com a sua capacidade de concentração e autocontrole comprometidas, ou seja, fica aéreo. E como um computador que perde a conexão com uma rede. Vale lembrar que a Ritalina causa dependência e por conta disso, sua ausência triplica os efeitos do TDAH nos portadores deste transtorno.
A Ritalina é um remédio cuja a venda é super controlada por conta dos fortes efeitos colaterais que provoca. E ainda causa dependência. Infelizmente muitas pessoas para reforçar a concentração e poder estudar ou produzir melhor, tomam este remédio de forma ilegal e indevida, adquirindo de forma ilícita. Por isso sua venda é extremamente controlada.
Cabe agora a Novartis retomar o quanto antes a fabricação e a distribuição da Ritalina e prestar os devidos esclarecimentos, coisa que ela não tem feito por motivos desconhecidos. E quanto a União, de tomar vergonha na cara e liberar a autorização de metilfenidato o mais rapido possivél. Ha milhões de pessoas que dependem desta medicação para levar uma vida normal e sua ausência causa transtornos sérios, sobretudo no trabalho e nos estudo, ainda mais que são épocas de provas em escolas e universidades, o que causa prejuízo sérios para os portadores de TDAH. A Novartis prometeu retomar a venda na virada deste mês para maio. Há farmácias que dizem que até o final desta semana, a Ritalina já estará a venda novamente. Cabe a Novartis e a o governo federal se entenderem e resolver isso logo. E quanto aos portadores de TDAH, pedir para que os psiquiatras receitem remédios equivalentes, como o Concerta e similares, por exemplo ou fazer exercícios de concentração e disciplina. E que isso seja resolvido logo.
sábado, 27 de abril de 2013
FIFA proíbe o São João em Salvador
Essa Copa 2014 terá um recorde de lambanças como nuncaantesnahistóriadestepaís. Segundo reportagem da Tribuna da Bahia, a FIFA fez um acordo com a Prefeitura de Salvador (provavelmente os prefeitos, o atual e o anterior) para proibir qualquer evento na cidade no próximo mês de junho, em que haverá disputa de partidas da Copa das Confederações na cidade. O que atinge em cheio os festejos em homenagem a São João Batista, cuja data natalícia é 24 de junho. Duas festas de São João tiveram o alvará negado pelos órgãos municipais responsáveis pelo licenciamento.
Não demora muito, essa gente proibirá também eventos de outras naturezas, tipo Marcha para Jesus, Parada do Orgulho Gay e, provavelmente, protestos sindicais e de outros movimentos. Tudo em nome da Copa. Tudo em nome da politicagem. Tudo em nome dos altos lucros para poucos.
Que tal cancelar as eleições do ano que vem e entronizar Joseph Blatter como presidente do Brasil? Chega de intermediários!
Não demora muito, essa gente proibirá também eventos de outras naturezas, tipo Marcha para Jesus, Parada do Orgulho Gay e, provavelmente, protestos sindicais e de outros movimentos. Tudo em nome da Copa. Tudo em nome da politicagem. Tudo em nome dos altos lucros para poucos.
Que tal cancelar as eleições do ano que vem e entronizar Joseph Blatter como presidente do Brasil? Chega de intermediários!
Assinantes debatem a TV paga, comparando-a com a TV aberta
Resposta para TV Magazine:
Em 24/04/2013, JoaoMB escreveu:
Isso é simples de explicar:
1 - Os telejornais da TV por assinatura não tem a mesma qualidade do Jornal Nacional
2 - As novelas da TV por assinatura não tem a mesma qualidade das novelas da Globo
3 - As imagens das partidas transmitidas pela TV por assinatura (HD porco e alta taxa de compressão) não são perfeitas como as da TV digital aberta
4 - A TV por assinatura ainda tem muitos enlatados. Ainda trata muito da cultura norte americana.
5 - A TV por assinatura não tem programação local, ou seja, você precisa da TV aberta para saber o que acontece na sua cidade.
Isso só para citar alguns itens!
Mais ou menos.
O que o Jornal Nacional menos tem é qualidade. É um jornal feito especialmente para pessoas que acreditam em tudo que aparece na telinha. Não é à toa que o chamam de "o jornal pro Homer Simpson". Embora os canais de notícias fechados sejam editorialmente ligados aos grupos aos quais pertencem, eles aprofundam mais as notícias. Vide a própria Globo News, mais próxima do Jornal da Globo que do JN. O público desses canais (incluindo também Band News, Record News e os canais gringos) é mais crítico.
Praticamente não há novelas na TV paga. No Brasil, novela é um formato tipicamente de TV aberta. A ficção na TV paga é dominada por filmes e seriados. Só há novelas no Canal Viva, que já é um canal de reprises da Globo.
O espaço para os enlatados gringos está diminuindo. A nova lei da TV paga está obrigando os canais a correrem atrás de enlatados nacionais. Na falta deles, vários canais estão recorrendo a filmes nacionais com curto intervalo de exibição.
E, realmente, pouco há de telejornalismo local na TV paga. A não ser na Globo News, que carrega seu jornalismo com notícias locais do Rio e de São Paulo, com matérias rigorosamente iguais às exibidas no RJ TV, no SP TV, no Bom Dia Rio e no Bom Dia São Paulo. A Globo News chega a levar ao ar informes ao vivo do trânsito das duas cidades, recorrendo ao Globocop, moto linques, carros de reportagens e imagens dos centros de operações das prefeituras. Há também os debates e entrevistas nas TVs das assembleias estaduais e das câmaras de vereadores, tratando de temas locais.
Em 24/04/2013, JoaoMB escreveu:
Isso é simples de explicar:
1 - Os telejornais da TV por assinatura não tem a mesma qualidade do Jornal Nacional
2 - As novelas da TV por assinatura não tem a mesma qualidade das novelas da Globo
3 - As imagens das partidas transmitidas pela TV por assinatura (HD porco e alta taxa de compressão) não são perfeitas como as da TV digital aberta
4 - A TV por assinatura ainda tem muitos enlatados. Ainda trata muito da cultura norte americana.
5 - A TV por assinatura não tem programação local, ou seja, você precisa da TV aberta para saber o que acontece na sua cidade.
Isso só para citar alguns itens!
Mais ou menos.
O que o Jornal Nacional menos tem é qualidade. É um jornal feito especialmente para pessoas que acreditam em tudo que aparece na telinha. Não é à toa que o chamam de "o jornal pro Homer Simpson". Embora os canais de notícias fechados sejam editorialmente ligados aos grupos aos quais pertencem, eles aprofundam mais as notícias. Vide a própria Globo News, mais próxima do Jornal da Globo que do JN. O público desses canais (incluindo também Band News, Record News e os canais gringos) é mais crítico.
Praticamente não há novelas na TV paga. No Brasil, novela é um formato tipicamente de TV aberta. A ficção na TV paga é dominada por filmes e seriados. Só há novelas no Canal Viva, que já é um canal de reprises da Globo.
O espaço para os enlatados gringos está diminuindo. A nova lei da TV paga está obrigando os canais a correrem atrás de enlatados nacionais. Na falta deles, vários canais estão recorrendo a filmes nacionais com curto intervalo de exibição.
E, realmente, pouco há de telejornalismo local na TV paga. A não ser na Globo News, que carrega seu jornalismo com notícias locais do Rio e de São Paulo, com matérias rigorosamente iguais às exibidas no RJ TV, no SP TV, no Bom Dia Rio e no Bom Dia São Paulo. A Globo News chega a levar ao ar informes ao vivo do trânsito das duas cidades, recorrendo ao Globocop, moto linques, carros de reportagens e imagens dos centros de operações das prefeituras. Há também os debates e entrevistas nas TVs das assembleias estaduais e das câmaras de vereadores, tratando de temas locais.
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Vidas Secas 2013
Fonte: ANON H4.
Protesto na sede do Banco do Nordeste em Campina Grande. Funeral simbólico do rebanho dizimado na Paraíba. Mais de 600 mil animais mortos. E o grito de perdão pela dívida dos pequenos agricultores do Nordeste. A imagem é forte, mas necessária. Não falta dinheiro para construir os Estádios da Copa, mas falta para concluir a Transposição do São Francisco. Não queremos migalhas nem esmolas. Queremos obras estruturantes.
P.S: Se nem os amigos do Nordeste chegaram a um consenso sobre essa transposição, eu é que não me meto nessa conversa. Mas quanto a reclamações sobre perdão de dívida de pequenos agricultores ou pequenos pecuaristas e sobre Copa do Mundo, compartilho da indignação da página do Facebook.
Protesto na sede do Banco do Nordeste em Campina Grande. Funeral simbólico do rebanho dizimado na Paraíba. Mais de 600 mil animais mortos. E o grito de perdão pela dívida dos pequenos agricultores do Nordeste. A imagem é forte, mas necessária. Não falta dinheiro para construir os Estádios da Copa, mas falta para concluir a Transposição do São Francisco. Não queremos migalhas nem esmolas. Queremos obras estruturantes.
P.S: Se nem os amigos do Nordeste chegaram a um consenso sobre essa transposição, eu é que não me meto nessa conversa. Mas quanto a reclamações sobre perdão de dívida de pequenos agricultores ou pequenos pecuaristas e sobre Copa do Mundo, compartilho da indignação da página do Facebook.
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terça-feira, 23 de abril de 2013
Feriado de São Jorge serve mais para umbandistas que para católicos
Muito esquisito, esse feriado de hoje dedicado a São Jorge em algumas localidades brasileiras. Evangélicos, ateus e laicistas em geral reclamam que há muitos feriados municipais, estaduais e federais dedicados a santos e outros elementos da liturgia católica. Afirmam que deveria haver então feriados para todas os milhares de confissões existentes no país, ou então para nenhuma.
Enquanto a pendenga não acaba (e nada indica que acabe um dia), alguns grupos tratam de garantir os feriados para expressarem suas devoções à vontade. No Distrito Federal o dia 30 de novembro é feriado do Dia do Evangélico. No Rio de Janeiro, o dia de hoje é feriado de São Jorge, não por conquista de devotos católicos do santo, mas por conquista dos devotos umbandistas de Ogum, tido como São Jorge no sincretismo daquele culto. No estado do Rio de Janeiro e na cidade homônima, o feriado nasceu inicialmente na cidade, por iniciativa do vereador petista Jorge Babu, e depois no estado pelo mesmo político, quando ele havia se tornado deputado estadual.
A grade verdade é que a devoção a São Jorge e o aproveitamento desse feriado por esses devotos se tornou muito maior entre umbandistas que entre católicos. Noves fora os fiéis dos templos católicos dedicados diretamente a São Jorge, os católicos tem preferido devoções sem qualquer aproveitamento sincrético por parte dos fiéis de outros credos. Ainda mais depois do levante da renovação carismática, surgida após o Vaticano II.
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terça-feira, abril 23, 2013
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segunda-feira, 22 de abril de 2013
Graça Foster dando pretexto para a defesa de demo-tucanos
Alguns integrantes do Governo Lula-Dilma adoram criar pretexto para que as campanhas eleitorais dos candidatos governistas não possam usar a tática (até agora) vitoriosa de vincular o demo-tucanato às privatizações. Outro dia, ao defender a política de reajustes de preços dos combustíveis adotada pela Petrobrás e descartar qualquer interferência do governo para segurar novos aumentos de combustível e evitar impacto na inflação, a presidente Graça Foster disse que nenhum governo "de esquerda, de direita nem de centro" fará "qualquer mal" à companhia, "extremamente importante para a economia do país".
Graça Foster deu um pretexto para os marqueteiros demo-tucanos defenderem seus candidatos presidenciais das acusações de que demo-tucanos só sabem privatizar. Basta usarem o discurso de Graça Foster.
Se bem que os atuais governistas estão privatizando aeroportos e querendo leiloar bacias de petróleo e gás. Fazer concessões é privatizar, conforme definição do Houaiss. Mas coerência e a observação da lexicografia não são comuns em governos brasileiros. Sejam eles de esquerda, de direita, de centro, de cima, de baixo, de frente ou de trás.
Graça Foster deu um pretexto para os marqueteiros demo-tucanos defenderem seus candidatos presidenciais das acusações de que demo-tucanos só sabem privatizar. Basta usarem o discurso de Graça Foster.
Se bem que os atuais governistas estão privatizando aeroportos e querendo leiloar bacias de petróleo e gás. Fazer concessões é privatizar, conforme definição do Houaiss. Mas coerência e a observação da lexicografia não são comuns em governos brasileiros. Sejam eles de esquerda, de direita, de centro, de cima, de baixo, de frente ou de trás.
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sábado, 20 de abril de 2013
Lambanças do governo americano fazem Marvel mudar perfil de itens da franquia Vingadores
Hoje às 22h o canal Telecine Premium lançará na programação da TV paga (sem ser nos sistemas sob demanda ou PPV) o filme The Avengers - Os Vingadores, praticamente um ano depois do lançamento do filme nos cinemas. Há de se anotar que o filme Homem de Ferro 3 (cronologicamente uma continuação de The Avengers - Os Vingadores) estreará nos cinemas na próxima sexta-feira. Analisando a história dessa franquia desde as revistas em quadrinhos (sua mídia original), fica flagrante a mudança que os personagens sofreram ao longo do tempo, mudanças que ficaram maiores nas últimas décadas. Quase todas destinadas a retirar de alguns desses itens seu caráter evidentemente americanista, explorado à exaustão desde a Segunda Guerra Mundial até o fim da Guerra Fria, e para tornar os personagens palatáveis a um mundo cansado das lambanças do governo americano ao longo das décadas.O personagem mais antigo de todos os Vingadores é o Capitão América, que integrou, segundo a Wikipedia, "uma onda de super-heróis que surgiram sob a bandeira do patriotismo norte-americano e que foram apresentados ao mundo pelas companhias de Histórias em Quadrinhos, durante os anos da Segunda Guerra Mundial. Ao lado de seu parceiro Bucky, o Capitão América enfrentou as hordas nazistas durante a Segunda Guerra Mundial, mas caiu na obscuridade após o fim do conflito". O personagem (cujo nome de batismo é Steve Rogers) é o típico soldado americano padrão, excelentemente treinado e disciplinado. Como na maior parte da existência nos quadrinhos o personagem estava submetido às ordens de autoridades nomeadas pelo governo americano e na maior parte do tempo ele aparece com um traje e um escudo estilizados que imitam a bandeira americana, o personagem acabou virando um ícone ufanista para os americanos e um ícone do imperialismo americano para qualquer estrangeiro que se sinta minimamente prejudicado pelos interesses e ações dos governos americanos. Só que nem sempre a obediência do capitão Rogers ao governo americano foi incondicional ou correspondida pelo governo. Alguns anos depois da Segunda Guerra, as histórias em quadrinhos mostraram as primeiras divergências do capitão com as autoridades. Rogers chegou a ser proibido de usar o uniforme e o escudo típicos de Capitão América, entregues a outros personagens, fazendo com que Rogers passasse a usar outro uniforme, predominante preto, e passasse a usar a simples alcunha de "O Capitão". Na década de 1970, Steve Rogers se desilude tanto com o governo que abandona o trabalho de capitão e torna-se um nômade. No filme de 2011, a origem do personagem foi recontada. Ele chegou a afirmar ainda no recrutamento em Nova York que não gostava de valentões, sejam de onde forem, e ao longo do filme demonstrou não temer a morte para salvar a vida de outros. Pelo que tenho visto, os fãs mais ferrenhos do personagem reclamam que o uniforme dele para o filme Captain America: The Winter Soldier lembra cada vez menos o uniforme original dos quadrinhos. Menos ainda que o uniforme usado em The Avengers - Os Vingadores.
Outro vingador que passou por mudanças para torna-lo palatável fora do mercado americano é o Homem de Ferro. Devido à longevidade do personagem, sua origem foi contada e recontada várias vezes. Em todas essas versões, Tony Stark é um bilionário da indústria armamentista e maior fornecedor das forças armadas americanas. Só que na atual versão cinematográfica, o personagem viu que as armas criadas por sua indústria estavam sendo desviadas para guerras civis no exterior, o que o convenceu a fechar a divisão de armas de suas indústrias e o fez mudar para o ramo da energia sustentável, em voga na atualidade. O que acaba atraindo a definição irônica do vilão Ivan Vanko de Homem de Ferro 2: "Vem de uma família de ladrões e carniceiros. E agora, como todo culpado, tenta reescrever sua própria história. E esquece todas as vidas que a família Stark destruiu".
Há ainda uma pequena mudança cosmética na estética da organização fictícia S.H.I.E.L.D, que desde as origens nos quadrinhos em 1966 é um organismo fundado pela ONU e bancado pela OTAN. Obviamente os interesses do governo americano jamais são contrariados pela S.H.I.E.L.D, mas na atual versão cinematográfica a Marvel resolveu tirar um vestígio de americanismo da logomarca da organização: um miniescudo que lembrava a bandeira americana, com suas cores, listras e bandeiras. Restou apenas uma ave estilizada (aves integram e integraram brasões de diversos países, até mesmo da Alemanha) e as letras, tudo em cor preta.
Junte-se a tudo isso um último item de internacionalização da franquia Vingadores: a Viúva Negra, que nas origens quadrinescas era uma super-espiã soviética inimiga do Homem de Ferro e que teve um romance com o Gavião Arqueiro e aceitou ingressar na S.H.I.E.L.D.
Parece que essa sanha da Marvel em desamericanizar a franquia dos Vingadores repercutiu nas bilheterias pelo mundo afora. The Avengers - Os Vingadores teve uma receita mundial de US$ 1.511.757.910. O resultado cinematográfico dessa sanha pode ser conferido daqui a pouco no Telecine. Só que não tem bilheteria ou diplomacia que nos faça esquecer que esse filme é um típico arrasa-quarteirão americano, com todos os pontos positivos e negativos possíveis. Mas vale como entretenimento.
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Está no Houaiss: pôr sob responsabilidade de empresa particular a gestão de (bem público) = privatizar
Em tempos de privatização do Maracanã, lembrei que Paulo Henrique Amorim costuma dizer que as privatizações dos governos lulo-dilmistas não são privatizações. Segundo ele, privatização só ocorre quando há venda de ativos de patrimônio público, como fez o presidente FHC com estatais como a Vale, o sistema Telebrás e várias empresas de energia elétrica. Para o homem da Conversa Afiada, o que Dilma e seus aliados fazem é concessão, com o patrimônio em questão permanecendo como propriedade da União. Como está acontecendo agora com os aeroportos. E está para acontecer com o Maracanã.
Ontem mandei um recado para Paulo Henrique Amorim através do Twitter:
Está no dicionário Houaiss: pôr sob responsabilidade de empresa particular a gestão de (bem público) = privatizar
Pra bom entendedor, 140 caracteres (ou menos) bastam.
No dicionário também está escrita a segunda definição de privatização: realizar (empresa privada) a aquisição ou incorporação de (empresa pública). Como aconteceu na Era FHC.
Tem jornalistas que deveriam voltar para a escola. Não voltam porque querem continuar no engano ou querem enganar os outros.
Ontem mandei um recado para Paulo Henrique Amorim através do Twitter:
Está no dicionário Houaiss: pôr sob responsabilidade de empresa particular a gestão de (bem público) = privatizar
Pra bom entendedor, 140 caracteres (ou menos) bastam.
No dicionário também está escrita a segunda definição de privatização: realizar (empresa privada) a aquisição ou incorporação de (empresa pública). Como aconteceu na Era FHC.
Tem jornalistas que deveriam voltar para a escola. Não voltam porque querem continuar no engano ou querem enganar os outros.
domingo, 14 de abril de 2013
Faroeste Caboclo - Trailer Oficial
30 de maio está chegando!
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Jabá no Domingão? Eu quero é novidade!

Eu quero é novidade! Até o reino mineral sabe que os estilos de música popularesca só tem a visibilidade que tem (desde bem antes de haver Faustão ou Rede Globo) à custa de muito jabá, a quantia que responsáveis por programações de rádio e de televisão cobram de artistas e produtores para reservarem espaço para artistas na programação. Aliás, o jabá é anterior até mesmo à existência do rádio e da televisão. Nos teatros do século XIX, era comum os produtores e artistas jabazeiros colocarem plateias pagas nos espetáculos teatrais e musicais para aplaudirem os artistas, pois os aplausos eram a medida de popularidade dos artistas da época. Hoje em dia o jabá permanece firme e forte na televisão. Fausto Silva finge uma ingenuidade há muito perdida, ao se comportar como se não houvesse jabá em seu próprio programa. Desde a estreia de seu programa dominical em 1989 ele privilegia a música popularesca. Antes do Domingão do Faustão, a grande plataforma jabazeira da Rede Globo era o Cassino do Chacrinha, onde os produtores reservavam espaço para os artistas à custa de eles se apresentarem sem cachê nos clubes do subúrbio carioca em eventos de playback que eram uma espécie de 'Cassino do Chacrinha' itinerante. Esse esquema de jabá foi denunciado pela banda Capital Inicial, que na época ainda não flertava com os artistas da música popularesca, mesmo se apresentando nos mesmos programas de TV.
Embora ainda seja forte na TV, o jabá musical diminuiu drasticamente no rádio, que hoje está entregue ao jabá político-ideológico, esportivo e religioso. O jabá se deslocou para a Internet. Ou alguém ainda é ingênuo o suficiente para acreditar que as listas de músicas mais baixadas, clipes mais visualizados e itens mais curtidos são determinadas só por popularidade?
Está no Houaiss: pôr sob responsabilidade de empresa particular a gestão de (bem público) = privatizar
Em tempos de privatização do Maracanã, lembrei que Paulo Henrique Amorim costuma dizer que as privatizações dos governos lulo-dilmistas não são privatizações. Segundo ele, privatização só ocorre quando há venda de ativos de patrimônio público, como fez o presidente FHC com estatais como a Vale, o sistema Telebrás e várias empresas de energia elétrica. Para o homem da Conversa Afiada, o que Dilma e seus aliados fazem é concessão, com o patrimônio em questão permanecendo como propriedade da União. Como está acontecendo agora com os aeroportos. E está para acontecer com o Maracanã.
No último dia 11 mandei um recado para Paulo Henrique Amorim através do Twitter:
Está no dicionário Houaiss: pôr sob responsabilidade de empresa particular a gestão de (bem público) = privatizar
Pra bom entendedor, 140 caracteres (ou menos) bastam.
No dicionário também está escrita a segunda definição de privatização: realizar (empresa privada) a aquisição ou incorporação de (empresa pública). Como aconteceu na Era FHC.
Tem jornalistas que deveriam voltar para a escola. Não voltam porque querem continuar no engano ou querem enganar os outros.
No último dia 11 mandei um recado para Paulo Henrique Amorim através do Twitter:
Está no dicionário Houaiss: pôr sob responsabilidade de empresa particular a gestão de (bem público) = privatizar
Pra bom entendedor, 140 caracteres (ou menos) bastam.
No dicionário também está escrita a segunda definição de privatização: realizar (empresa privada) a aquisição ou incorporação de (empresa pública). Como aconteceu na Era FHC.
Tem jornalistas que deveriam voltar para a escola. Não voltam porque querem continuar no engano ou querem enganar os outros.
segunda-feira, 1 de abril de 2013
Regime militar de 1964 é indefensável até sob uma ótica neoliberal
São pouquíssimas as correntes ideológicas que defendem aquele malfadado regime militar de 1964, que completa hoje 49 anos de início (a um ano do cinquentenário, portanto). Por razões óbvias, todas as correntes de esquerda condenam aquele regime. Alguns condenam o regime integralmente, outros condenam apenas a ideologia de direita, mas não o fato de ter sido um regime fechado, já que até hoje apoiam regimes fechados esquerdistas em outras partes do planeta. Conservadores moderados e direitistas moderados também condenaram aquela quartelada. Os daquela época condenaram o golpismo pelo menos a partir do endurecimento do regime. A ponto de Carlos Lacerda (um dos golpistas de 1964, dos mais radicais) ter passado para a oposição (a partir do fim do sonho de uma candidatura presidencial dele) e ter tido seus direitos políticos cassados e Ulysses Guimarães (outro golpista de 1964) ter passado rapidamente para a oposição logo no início do regime e ter se transformado no maior nome da direita moderada na redemocratização do país.
Os que até hoje aprovam e celebram aquela quartelada de 1964 são os da extrema direita. Há os ultraconservadores (que os esquerdistas e os liberais malandramente chamam de conservadores, sem fazer distinção entre conservadores moderados e os ultraconservadores) não envolvidos na repressão armada, como os antigos servidores da Censura Federal que vetaram a divulgação de inúmeras obras durante o regime. E há também os reacionários da extrema direita propriamente dita. Aquela que celebra com os militares golpistas ainda vivos aquela quartelada todo dia 31 de março, fugindo do dia 1º de abril, por ser o Dia da Mentira e o Dia dos Bobos.
Por outro lado, há hoje neoliberais que não se manifestam favoráveis a qualquer aspecto daquela quartelada de 1964. Há pelo menos duas razões. Uma é que o regime militar criou alguma infraestrutura nacional a partir de empresas estatais, algumas delas privatizadas pelos neoliberais desde os anos 90. Neoliberais chamam qualquer criação de infraestrutura estatal de estatismo, em tom bastante pejorativo. Razão pela qual neoliberais não contestam a privataria de Augusto Pinochet, líder daquela outra quartelada: a de 1º de setembro de 1973. Outro ponto que leva neoliberais de hoje a não celebrarem a quartelada brasileira de 1964 é que neoliberais dizem prezar, sobretudo, a eficiência. Tudo sob uma ótica tipicamente capitalista. Não tem nada de interesse público nessa ótica dos neoliberais. Os golpistas de 1964 dizem até hoje terem vindo para livrar o Brasil do comunismo, que é como eles chamam qualquer coisa que lhes lembre esquerda. Sob uma ótica neoliberal, aqueles golpistas não foram totalmente eficientes, pois se foram vitoriosos na quartelada, exterminaram vidas humanas e deixaram sequelas presentes até hoje, eles não eliminaram a esquerda do cenário nacional. Tanto que hoje vemos esquerdistas no poder (entre eles, ex-presos, ex-torturados e ex-exilados) tendo como coadjuvantes alguns apoiadores da quartelada de 1964 e alguns antigos e novos oposicionistas a aquele regime, numa espécie de ecumenismo do mal. Pra não falar em fisiologismo. Ex-presos, ex-torturados, ex-exilados e ex-golpistas de 1964 se tornaram hoje os maiores escroques da política brasileira. Junto com os neoliberais ainda presentes nas três esferas dos poderes executivo e legislativo.
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quinta-feira, 28 de março de 2013
A dança dos números nos ônibus cariocas
Continua a dança dos números nas linhas de ônibus municipais cariocas. Várias delas trocaram de número depois do início do fardamento dos ônibus: todos eles pintados com o mesmo padrão, com detalhes mínimos por cores diferenciando os ônibus que operam linhas de um dos quatro consórcios existentes na cidade. A dança é muito cômoda para os politiqueiros tecnocratas do município do Rio de Janeiro e dá um nó na cabeça dos distintos passageiros. Depois da mudança de linhas do consórcio Transcarioca como Praça 15 - Vila Valqueire (de 260 para 363, operada pela Transportes Estrela) e Praça da República - Praça Seca (de 284 para 371, operada pela Viação Novacap), linhas do consórcio Internorte começaram a mudar seus números também. O ônibus da foto é da Pavunense. Ele aparece na frente do Norte Shopping, operando numa linha do consórcio Internorte: a antiga linha 687 (Méier - Pavuna), que está mudando para 615. Na verdade, a maioria dos ônibus dessa linha continua circulando com o número 687, sem qualquer referência ao 615, que é um número bem baixo da casa dos 600. Os números mais próximos são de linhas da região da Barra e de Jacarepaguá, todas de outro consórcio: o Transcarioca, não do Internorte.
Deve ter politiqueiro tecnocrata da área de transportes do município do Rio de Janeiro com números demais na cabeça, querendo enfia-los na cabeça dos passageiros de ônibus. Se ao menos algum deles fosse um compositor talentoso como Raul Seixas (autor da música Os Números, juntamente com Paulo Coelho), poderia até fazer uma música.
terça-feira, 26 de março de 2013
Deveria cair o céu na cabeça da cartolagem e da politicagem carioca
Menos mal que o prefeito Eduardo Paes interditou hoje o Engenhão, antes que aquela cobertura desabasse na cabeça do distinto público.
O que deveria cair é o céu na cabeça da cartolagem e da politicagem carioca. O Engenhão foi projetado pela Delta (fonte: matéria de O Globo) e construído pela Prefeitura ainda na gestão de Cesar Maia para aquele evento mambembe dos Jogos Pan-Americanos de 2007, que juntou um bando de universitários americanos e atletas cucarachos de diversos países. E alguns atletas brasileiros ditos "de ponta" se achando muito, porque em algumas disputas derrotaram esses atletas do escalões inferiores dos esportes olímpicos e/ou pan-americanos.
O Engenhão custou R$ 380 milhões. Quem concluiu a construção foi o consórcio formado pelas empreiteiras baianas Odebrecht e OAS. Cheguei a ver a obra por dentro, na época em que trabalhei no serviço de combate à dengue. Isso foi entre 2006 e 2007, alguns meses antes de concluírem o estádio. Passei vários meses trabalhando exclusivamente no estádio e no espaço em volta ocupado pelas empreiteiras. Eu logo vi que tinha alguma coisa errada com aquele projeto de cobertura do estádio. Aquela estrutura apoiada em quatro gigantescos tubos de aço sustentados por quatro torres de alvenaria não poderia jamais ter sido feita às pressas, como foi feita, para cumprir os prazos do Pan 2007. Esse tipo de obra tem que ser feito com cuidado, e sem correria.
O prefeito atual disse que a obra de construção dos anéis superiores das alas Norte e Sul (previstas apenas para a Olimpíada 2016) não seria mais feita, devido ao alto custo. O prefeito disse que deverão ser feitas "estruturas provisórias", seja lá o que ele quis dizer com isso. O estádio foi arrendado pelo Botafogo, mas continua sendo propriedade da Prefeitura, apesar da negativa de alguns alvinegros paspalhões. Mas agora a municipalidade terá que desembolsar o que gastaria na obra das novas arquibancadas na recuperação ou na reconstrução da cobertura. Devia aproveitar para tirar recursos de obras questionáveis tipo derrubada da Perimetral, BRTrem e o escambau, para consertar essa cobertura (já que o estádio está aí, pior seria fecha-lo definitivamente) e realizar obras ainda mais urgentes, como a reconstrução do Elevado do Joá, que ao meu ver já está prontinho para desabar. Como a cobertura do Engenhão.
Quanto à cartolagem carioca, agora ficaram sem estádio para os jogos do Botafogo, do Flamengo e do Fluminense. A guerra se instalou dentro da torcida vascaína, que se divide entre ceder o Estádio de São Januário para todos os quatro supostos "times grandes" do Rio, ceder só para jogos envolvendo um deles e um "time pequeno" ou de fora do Rio, ou simplesmente continuar usando o estádio só em jogos do Vasco com "times pequenos" ou de fora do Rio. Alguns vascaínos sonham em ver o Vasco recebendo os times rivais em São Januário nos jogos em que o Vasco for mandante. Com o futebolzinho podre que esses quatro "times grandes" estão jogando, o Aterro do Flamengo é o melhor local para transferir as partidas deles todos.
O que deveria cair é o céu na cabeça da cartolagem e da politicagem carioca. O Engenhão foi projetado pela Delta (fonte: matéria de O Globo) e construído pela Prefeitura ainda na gestão de Cesar Maia para aquele evento mambembe dos Jogos Pan-Americanos de 2007, que juntou um bando de universitários americanos e atletas cucarachos de diversos países. E alguns atletas brasileiros ditos "de ponta" se achando muito, porque em algumas disputas derrotaram esses atletas do escalões inferiores dos esportes olímpicos e/ou pan-americanos.
O Engenhão custou R$ 380 milhões. Quem concluiu a construção foi o consórcio formado pelas empreiteiras baianas Odebrecht e OAS. Cheguei a ver a obra por dentro, na época em que trabalhei no serviço de combate à dengue. Isso foi entre 2006 e 2007, alguns meses antes de concluírem o estádio. Passei vários meses trabalhando exclusivamente no estádio e no espaço em volta ocupado pelas empreiteiras. Eu logo vi que tinha alguma coisa errada com aquele projeto de cobertura do estádio. Aquela estrutura apoiada em quatro gigantescos tubos de aço sustentados por quatro torres de alvenaria não poderia jamais ter sido feita às pressas, como foi feita, para cumprir os prazos do Pan 2007. Esse tipo de obra tem que ser feito com cuidado, e sem correria.
O prefeito atual disse que a obra de construção dos anéis superiores das alas Norte e Sul (previstas apenas para a Olimpíada 2016) não seria mais feita, devido ao alto custo. O prefeito disse que deverão ser feitas "estruturas provisórias", seja lá o que ele quis dizer com isso. O estádio foi arrendado pelo Botafogo, mas continua sendo propriedade da Prefeitura, apesar da negativa de alguns alvinegros paspalhões. Mas agora a municipalidade terá que desembolsar o que gastaria na obra das novas arquibancadas na recuperação ou na reconstrução da cobertura. Devia aproveitar para tirar recursos de obras questionáveis tipo derrubada da Perimetral, BRTrem e o escambau, para consertar essa cobertura (já que o estádio está aí, pior seria fecha-lo definitivamente) e realizar obras ainda mais urgentes, como a reconstrução do Elevado do Joá, que ao meu ver já está prontinho para desabar. Como a cobertura do Engenhão.
Quanto à cartolagem carioca, agora ficaram sem estádio para os jogos do Botafogo, do Flamengo e do Fluminense. A guerra se instalou dentro da torcida vascaína, que se divide entre ceder o Estádio de São Januário para todos os quatro supostos "times grandes" do Rio, ceder só para jogos envolvendo um deles e um "time pequeno" ou de fora do Rio, ou simplesmente continuar usando o estádio só em jogos do Vasco com "times pequenos" ou de fora do Rio. Alguns vascaínos sonham em ver o Vasco recebendo os times rivais em São Januário nos jogos em que o Vasco for mandante. Com o futebolzinho podre que esses quatro "times grandes" estão jogando, o Aterro do Flamengo é o melhor local para transferir as partidas deles todos.
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Marcelo Delfino
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terça-feira, março 26, 2013
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Gafe de apresentador da afiliada do SBT no Maranhão
Fonte: TV Magazine.
Bellneri
Data: 15/03/2013 00:32
Olhem a gafe mítica do apresentador Zé Cirilo (TV Difusora, afiliada do SBT no Maranhão), que não só anunciou a morte de Chorão chamando-o de "Chales Brown", como achou estar falando de Carlinhos Brown! E ao som de Benito di Paula. Assistam.
E ainda tentou se redimir:
Nada surpreendente, vindo da TV do senador Lobão Filho. Qualquer dia desses, Zé Cirilo confundirá o patrão com aquele cantor egresso do rock oitentista. Se já não o fez.
Bellneri
Data: 15/03/2013 00:32
Olhem a gafe mítica do apresentador Zé Cirilo (TV Difusora, afiliada do SBT no Maranhão), que não só anunciou a morte de Chorão chamando-o de "Chales Brown", como achou estar falando de Carlinhos Brown! E ao som de Benito di Paula. Assistam.
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Nada surpreendente, vindo da TV do senador Lobão Filho. Qualquer dia desses, Zé Cirilo confundirá o patrão com aquele cantor egresso do rock oitentista. Se já não o fez.
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sexta-feira, 22 de março de 2013
É assim que se faz uma Copa do Mundo?
COMENTÁRIO DESTE BLOGUE: Infelizmente, o grupo político de Sérgio Cabral Filho e Eduardo Paes são dotados de decisões autoritárias. Eles acham que, agindo assim, estão promovendo o desenvolvimento do Estado do Rio de Janeiro e sua capital, enfrentando oposições aos seus projetos "progressistas". Mas num momento ou em outro eles mostram que não têm a menor sensibilidade com o interesse público, parecendo que estão governando para turistas. E hoje eles realizaram a expulsão das tribos indígenas da Aldeia Maracanã, mesmo com todos os clamores de juristas e ativistas sociais em defesa dos índios.
É assim que se faz uma Copa do Mundo?
Por Fernanda Sánchez* - Reproduzido do blogue Maria da Penha Neles e do blogue de Raquel Rolnik
Nesta sexta-feira, o Batalhão de Choque da Polícia Militar invadiu a Aldeia Maracanã, antigo Museu do Índio, e agiu com extraordinária truculência. Os policiais jogaram bombas de efeito moral, gás lacrimogêneo, gás pimenta, bateram nos manifestantes e prenderam ativistas e estudantes. A Aldeia estava ocupada desde o ano de 2006 por grupos representativos de diferentes nações indígenas que, nos últimos tempos, diante do projeto de demolição do prédio (para aumentar a área de dispersão do Estádio do Maracanã, estacionamento e shopping), vinham resistindo.
As lideranças indígenas são apoiadas por diversos movimentos sociais, estudantes, pesquisadores, universidades, comitês populares, organizações nacionais e internacionais de defesa dos Direitos Humanos, redes internacionais e outras organizações da sociedade civil. A luta dos índios e o conflito estabelecido entre o governo e o movimento resultaram num importante recuo do governo, que diante da pressão social desistiu da demolição do prédio e passou a defender a sua “preservação”. A desocupação do prédio foi decretada, com hora marcada. Os índios, no entanto, continuaram a resistir, apoiados por diversas organizações.
Certamente essa posição política ensina muito mais aos cidadãos cariocas e ao mundo sobre preservação, direitos e cidades do que as violentas ações que vêm sendo mostradas nos diversos meios. Para os índios e para as organizações sociais que os apoiam, preservar o prédio vai muito além de preservar sua materialidade. A essência da preservação, neste caso como em muitos outros, está na preservação das relações sociais, usos e apropriações que lhe dão sentido e conteúdo. Seria um exemplo para o Brasil e para o mundo a preservação da Aldeia Maracanã, o reconhecimento de seu uso social e a pactuação democrática acerca da reabilitação arquitetônica do edifício.
Cada vez que se comete um ato de violência que coloca em risco a integridade de um grupo social indígena, se esfacela sua cultura, seu modo de vida, suas possibilidades de expressão. É uma porta que se fecha para o conhecimento da humanidade, como dizia Levi-Strauss. É essa a Copa do Mundo que o governo quer fazer? É esse espetáculo da violência, a lição civilizatória que o Rio de Janeiro tem para mostrar ao mundo? A política-espetáculo tem um efeito simbólico: mostrar que o avanço do projeto de cidade, rumo aos megaeventos esportivos, far-se-á a qualquer custo.
Direitos humanos, democracia e pactuação estão fora da agenda deste projeto de cidade. Os manifestantes, em absoluta condição de desigualdade frente à força policial e seu aparato de violência, lançaram mão de instrumentos bem diferentes daqueles utilizados pelo Batalhão de Choque: ocuparam o prédio para apoiar os índios, resistiram à sua desocupação e manifestaram, no espaço público, nas ruas e avenidas do entorno do complexo do Maracanã, sua reprovação e indignação frente à marcha violenta desta política.
*Fernanda Sánchez é professora da UFF e pesquisadora sobre megaeventos e as cidades.
Supervia e governo do estado do Rio de Janeiro prometem reativar o ramal ferroviário Santa Cruz - Itaguaí
Tomara mesmo que volte, pois aquela região está em crescimento acelerado, tanto em Itaguaí como em Santa Cruz. No ano passado, a Supervia no Twitter estava mostrando seu programa de investimento em seu site e nele nem sequer mostrava o ramal de Itaguaí no seu programa de investimentos. Diante disso, nós do Fatos Gerais questionamos sobre ele e a mesma havia dito que não tinha planos naquele momento de reativa-lo. Todavia, nós comentamos que o presidente da Supervia prometeu em audiência na Alerj reativa-lo até 2015. Após isso, eles apagaram a postagem no Twitter em que dizia que não havia planos para reativação do supracitado ramal e em seguida disseram que estão estudando reativa-lo.
Diante deste fato e da noticia veiculada pelo O Dia e pela Revista Ferroviária, nós torcemos para que o mesmo seja de fato reativado. Que ele não seja promessa eleitoreira, visto que o vice governador é pré-candidato ao governo do estado. Tomara que de fato ele volte de verdade. Aquela região carece dele e a Rio - Santos já está ficando saturada.
Ramal de trens de Santa Cruz pode voltar a Itaguaí
22/03/2013 - O Dia (RJ)
De olho no crescimento da Baixada Fluminense nos próximos 15 anos, o vice-governador Luiz Fernando Pezão, anunciou nesta quinta-feira, durante seminário promovido pela Firjan sobre o futuro da região, a extensão do ramal ferroviário de Santa Cruz até Itaguaí.
Outros investimentos de melhoria na mobilidade urbana, como a ampliação da Via Light até Madureira, com licitação marcada para o mês que vem, devem sair do papel ainda este ano.
O projeto de reativação da linha férrea do ramal Itaguaí, desativada desde a década de 1980, tem prazo até 2015 para ser concluído pela SuperVia. No entanto, a concessionária aguarda a atuação do Estado, para desapropriar centenas de imóveis que tomam a via férrea irregularmente. A partir de 2016, Itaguaí deve abrigar uma enorme base offshore da Petrobras.
No relatório de nove páginas, mais de mil profissionais ligados à Firjan, criaram dezenas de ações para preparar a Baixada nos próximos anos. As sugestões foram desde a melhoria no abastecimento de água e gás natural até a construção de uma nova rodovia ligando a Baixada até a capital, na tentativa de desafogar a Rodovia Presidente Dutra.
Os 70 quilômetros do Arco Metropolitano, que ligará o Porto de Itaguaí ao Complexo Petroquímico em Itaboraí foi o investimento apontado como “essencial” no seminário. As obras, que começaram com dois anos de atraso, serão concluídas até dezembro.
Participaram os prefeitos de Mangaratiba, Itaguaí, Seropédica, Queimados, Japeri, Nova Iguaçu, Mesquita, Nilópolis e Paracambi.
Pedido de UPP na região
De todos os desafios apontados no relatório da Firjan, a segurança foi um dos temas mais preocupantes. Antes de iniciar o seminário, o presidente regional da Baixada da Fundação, Carlos Erane de Aguiar, pediu ao vice-governador, a chegada da UPP na Baixada.
“A insegurança afasta investidores e rebaixa a atratividade de capital para região”, explicou. Na defensiva, Pezão ressaltou que vai abrir concurso para seis mil policiais neste ano, mas não revelou quando a Baixada receberá uma UPP.
Outros investimentos de melhoria na mobilidade urbana, como a ampliação da Via Light até Madureira, com licitação marcada para o mês que vem, devem sair do papel ainda este ano.
O projeto de reativação da linha férrea do ramal Itaguaí, desativada desde a década de 1980, tem prazo até 2015 para ser concluído pela SuperVia. No entanto, a concessionária aguarda a atuação do Estado, para desapropriar centenas de imóveis que tomam a via férrea irregularmente. A partir de 2016, Itaguaí deve abrigar uma enorme base offshore da Petrobras.
No relatório de nove páginas, mais de mil profissionais ligados à Firjan, criaram dezenas de ações para preparar a Baixada nos próximos anos. As sugestões foram desde a melhoria no abastecimento de água e gás natural até a construção de uma nova rodovia ligando a Baixada até a capital, na tentativa de desafogar a Rodovia Presidente Dutra.
Os 70 quilômetros do Arco Metropolitano, que ligará o Porto de Itaguaí ao Complexo Petroquímico em Itaboraí foi o investimento apontado como “essencial” no seminário. As obras, que começaram com dois anos de atraso, serão concluídas até dezembro.
Participaram os prefeitos de Mangaratiba, Itaguaí, Seropédica, Queimados, Japeri, Nova Iguaçu, Mesquita, Nilópolis e Paracambi.
Pedido de UPP na região
De todos os desafios apontados no relatório da Firjan, a segurança foi um dos temas mais preocupantes. Antes de iniciar o seminário, o presidente regional da Baixada da Fundação, Carlos Erane de Aguiar, pediu ao vice-governador, a chegada da UPP na Baixada.
“A insegurança afasta investidores e rebaixa a atratividade de capital para região”, explicou. Na defensiva, Pezão ressaltou que vai abrir concurso para seis mil policiais neste ano, mas não revelou quando a Baixada receberá uma UPP.
RF – Leia na íntegra a nota enviada pela SuperVia à imprensa:
“A SuperVia, que atua no Rio de Janeiro e em mais 11 municípios da região metropolitana, investe, em parceria com o Governo do Estado, R$ 2,4 bilhões na revitalização de todo o sistema ferroviário. Entre as intervenções previstas está a reativação do trecho entre Santa Cruz e Itaguaí, que contemplará a substituição de trilhos e dormentes, aquisição de novas composições e construção de estações e plataformas. Para dar início ao projeto, serão necessárias desapropriações na região e obtenção de licenças ambientais, que são de responsabilidade do Governo Estadual.”
Fonte: O Dia e Revista Ferroviária
quinta-feira, 21 de março de 2013
Combat 18 ou CCC? Não importa. São igualmente extremistas
Algumas pessoas que não tem inteligência nem sabedoria para arrumar uma boa ideia nem para rebater ideias das quais discordam partem para a agressão física ou injuriosa, muitas vezes se aproveitando do anonimato. Em pleno Rio de Janeiro, uma cidade formada por descendentes de habitantes das mais variadas origens (fora as tribos originais cariocas há muito tempo extintas), surge um grupo neonazista autointitulado Combat 18, fazendo sua propaganda de ódio contra desafetos, ameaçando-os de morte e tudo mais. Os caras espalharam cartazes na Lapa, bairro boêmio da cidade. O alvo de agora são os comunistas. Mas pode ser também qualquer pessoa que eles classifiquem como comunista, mesmo sem ser de fato.
Segundo relatos publicados no Facebook, o 18 do nome Combat 18 faz referência às iniciais do nome de Adolf Hitler. A é a primeira letra do alfabeto e H é a oitava letra no alfabeto latino. o grupo surgiu na Inglaterra e já se espalhou por vários países.
É melhor a sociedade carioca reagir contra esses caras. Inclusive cidadãos não alvos dessa corja (mas que poderão se-lo no futuro) e, principalmente, as autoridades. Como os covardões são anônimos, eles devem estar infiltrados por aí. Assim como os caras do CCC estão por aí até hoje.
sábado, 16 de março de 2013
A ligação dos donos da UOL 89 FM com a ditadura militar
Acima, da esq., os empresários José Camargo, José Camargo Jr. e Neneto Camargo, da 89, e Otávio Frias Filho, da Folha de São Paulo, donos da atual UOL 89 FM. Abaixo, Paulo Maluf, uma viatura da Folha incendiada por manifestantes e o general Mário Andreazza.
Um fato sombrio está nos registros da imprensa e da História e que colocam em xeque o caráter supostamente "vanguardista" da suposta "rádio rock" UOL 89 FM, no ar desde dezembro passado, como continuidade da famigerada 89 FM.
Sabe-se que, como rádio de rock, a conduta da 89 FM sempre foi bastante duvidosa para o segmento. Apesar do logotipo impactuante, a rádio nunca teve o estado de espírito necessário nem adotava uma linguagem apropriada que a colocasse como rádio de rock de verdade, sendo mais bem-sucedida pelo poderio político de seus donos e pelo marketing em torno da rádio.
Evidentemente, quando a 89 FM voltou ao ar, muita gente falou besteira. Diziam que ela era "rádio rock de verdade", que São Paulo estava órfã de uma grande rádio de rock - e continua estando, apesar dos esforços da Kiss FM (mas ela ainda está longe de ser uma 97 Rock dos tempos áureos) - , que a 89 era "a única e verdadeira rádio rock", "a melhor rádio rock do mundo", entre outros adjetivos delirantes.
Ouvindo a emissora, vi que nada disso valiam os adjetivos exagerados. A programação é meramente hit-parade. A rádio adota um estilo de locução de rádio pop das mais imbecis. As músicas se repetem constantemente e não há criatividade na escolha de músicas a serem tocadas, e a grade de programação inclui programas de besteirol, game shows inócuos e até programas de piadas e futebol (?!).
Pior é aguentar o fanatismo de internautas adeptos da 89 FM, conhecidos pelo seu temperamentalismo e reacionarismo altos. É como se o jornalista de Veja, Reinaldo Azevedo, fosse um punk adolescente. Eles pensam a cultura rock com o umbigo e desprezam completamente a realidade da cultura rock em volta. "Que o mundo se dane!! Só vale o que a gente pensa!!", esta é sua "filosofia".
Se compararmos o oba-oba da volta da 89 FM e todos os eventos de recordação da antiga Fluminense FM - cuja exposição eu pude conferir com meus amigos Leonardo Ivo, Marcelo Delfino e meu irmão Marcelo Pereira, no ano passado - , dá para ver uma grande diferença.
A celebração da Fluminense FM e seus trinta anos de aparecimento era um evento humano, onde se recordava não apenas uma rádio que tocava rock, mas uma trajetória de vida, um trabalho profissional que não foi muito fácil, que gerou uma grande credibilidade mas não permitiu que o formato da antiga Maldita fosse ampliado para o resto do país.
A festa de relançamento da 89 FM era apenas uma festinha de convidados vip associados à rádio. Uma badalação digna de aparecer na revista Caras, que por sinal já publicou várias notas em favor dos acionistas majoritários da rádio, José Camargo, José Camargo Jr. e Neneto Camargo, do Grupo Camargo de Comunicação, dono não só da 89 mas também da rádio brega-popularesca Nativa FM.
Numa pesquisa cuidadosa, vi que José Camargo já era conhecido como deputado federal pelo PDS e PFL, mas com carreira política surgida na ARENA. Ele tinha fortes ligações com Paulo Maluf e havia apoiado também Mário Andreazza, um dos generais da ditadura militar.
Vendo que os donos da 89 FM cederam uma parte das ações para o Universo On Line, isso significa que o empresário Otávio Frias Filho também se tornou dono da 89 FM, já que o UOL é ligado ao jornal Folha de São Paulo, conhecido por suas posturas reacionárias em favor do PSDB.
Só que a Folha, tal qual o Grupo Camargo de Comunicação, também tem como pano de fundo o apoio à ditadura militar, tendo oferecido suas viaturas para o transporte de presos políticos para as prisões do DOI-CODI, na capital paulista.
Conhecendo esse ponto sombrio, dá para perceber o quanto a cultura rock, associada a um processo social de rebelião cultural e política, entra em sério conflito com a 89 FM, com seus donos ligados a um pano de fundo político ideológico nada agradável aos verdadeiros apreciadores do rock.
Chega a ser estranho que músicos de Rock Brasil, inclusive punks, de relevância como Clemente e Philippe Seabra aprovem a volta da 89 FM, quando os músicos e os donos da rádio andavam em caminhos ideológicos diferentes. Mas, infelizmente, em nome da visibilidade e outras vantagens, joga-se os princípios na lata de lixo. Vide o PT...
Espera-se que as pessoas se atentem por esse aspecto sombrio que explica o quanto a 89 FM nunca esteve comprometida com um perfil de rádio de rock autêntico, como eram as antigas Fluminense e 97 FM. Seus interesses não eram apenas comerciais, mas politiqueiros, e o temor é que o Grupo Folha utilize a UOL 89 FM para reciclar seu poderio sobre a sociedade paulista.
Esse é o perigo que poucos percebem. O de que os grandes senhores do poder midiático, indiferentes ao interesse público, usem uma "rádio rock" para criar uma base de apoio juvenil, o que poderá gerar, no futuro, adultos bastante reacionários e autoritários.
quinta-feira, 7 de março de 2013
Industria de celulares quer barrar celulares xing-lings para poder voltar a praticar o Lucro Brasil
Celulares Xing-lings
Eles querem penalizar a população pelo fato de esta se recusar a pagar pelo preço superfaturado dos celulares que vendem. Como eles não conseguem convencer a população do contrário, agora eles estão pressionando a Anatel e as operadoras para barrar os xing-lings. Em 2009, o Fatos Gerais tratou deste assunto.
Antes da chegada dos xing-lings, um simples celular dual chip custava em torno de R$1000,00. Com a chegada deles, os fabricantes tiveram que colocar o preço real do equipamento, ou seja, o preço de mercado, que é o preço que ele custa de verdade. Uma vez que aqui eles vendiam o mesmo aparelho com preços três vezes mais caros que os que eles vendem lá fora. Tal situação assim como o caso dos automóveis, denuncia o Lucro Brasil, onde uma mercadoria custa três vezes mais no Brasil do que em qualquer lugar do mundo, sem os impostos embutidos. Diante disso, o argumento de que a carga tributária era culpa de tudo cai por terra, e no caso dos celulares, os xing-lings desmistificaram isso.
Quando os xing-lings chegaram no Brasil, eles tinham os mesmos recursos ou até o dobro dos celulares legalizados, porém sendo vendidos pela metade do preço destes últimos. Isso forçou os fabricantes a baixarem os preços dos celulares que fabrica assim como aperfeiçou os mesmos. Pode-se comparar isso indiretamente, a abertura econômica feita pelo ex-presidente Fernando Collor, onde antes se vendia equipamentos de baixa qualidade e defasados tecnológicamente a peso de ouro e que com a entrada dos importados, a industria foi obrigada a se reinventar para sobreviver.
Siemens CF75
Sony Ericsson R306
Quanto a qualidade, isso é discutível, uma vez que os celulares fabricados pelas marcas oficiais também apresentam os mesmos problemas ou até piores. Já houve casos de um celular de uma marca famosa explodir nas mãos de um usuário.Isso sem contar os erros de projetos, onde eles lançam um celular no mercado e ele acaba dando tanto defeito que eles são obrigados a tira-los do mercado, como foi o caso do R306 da Sony Ericsson, que após dar um monte de defeito, eles tiveram que trocar junto aos clientes estes celulares por outros similares ( este foi o meu caso). Isso quando tal fato não provoca a saída do próprio fabricante do mercado, como foi o caso da Siemens que fabricou um modelo de celular, o CF75, que causou uma reputação tão ruim para ela que a mesma se viu obrigada a sair do mercado de celulares. E tem também o caso das assistência técnicas cujo o serviço é sofrível. Pelo menos quem compra um xing-ling sabe que ele é descartável e que vai durar pouco, sendo que muitas vezes se surpreende positivamente com ele, uma vez que ele pode durar até mais de três anos. E o caso do celular que eu dei para minha mãe.
Com esta medida corporativista e elitista quem se prejudica é o pobre que fica impedido de comprar um celular relativamente bom e que vai atender as expectativas dele, justamente para que os fabricantes possam voltar a praticar o Lucro Brasil. Isso sem contar que lhe tiram uma opção e o seu direito de escolha, pois tais questões de decisão pessoal pertence exclusivamente ao individuo e isso eles querem suprimir de nós. Portanto, não deixemos isso acontecer. Vamos lutar contra isso.
Chamados de piratas, estes aparelhos costumam chegar ao Brasil por meio de contrabando e geralmente são vendidos em camelôs e sites. O comércio paralelo levanta polêmica e há anos incomoda os fabricantes legalmente instalados por aqui.
O documento cobra uma "solução tecnológica para coibir o uso de estações móveis não certificadas, com IMEI adulterado, clonado ou outras formas de fraude nas redes do SMP". A sigla para 'International Mobile Equipment Identity" vem grafada em todos os celulares e dentro dela há um número que os identifica. No caso dos não-homologados, este registro é clonado para enganar as operadoras.
A operação deverá ser conduzida com cautela para não prejudicar os donos das milhões de unidades piratas em serviço no Brasil. O desligamento da base destes aparelhos será gradual "de modo a minimizar os impactos sobre a população", esclarece o texto. Depois de instaurado o sistema, novos terminais piratas terão o acesso negado.
Para garantir sucesso ao plano, o documento prevê que as operadoras façam campanhas públicas de conscientização. Além disso, há preocupação em preservar os celulares estrangeiros em atividade no país - já que muitos deles não são homologados - e uma solução deverá ser encontrada para minimizar transtornos a este respeito.
De acordo com o Mobile Time, o assunto está sendo coordenado pelo SindiTeleBrasil, representante das operadoras, e o prazo para que o sitema entre em vigor é janeiro de 2014. Procurada pelo Olhar Digital, a Anatel não comenta o assunto.
Olhar Digital
Eles querem penalizar a população pelo fato de esta se recusar a pagar pelo preço superfaturado dos celulares que vendem. Como eles não conseguem convencer a população do contrário, agora eles estão pressionando a Anatel e as operadoras para barrar os xing-lings. Em 2009, o Fatos Gerais tratou deste assunto.
Antes da chegada dos xing-lings, um simples celular dual chip custava em torno de R$1000,00. Com a chegada deles, os fabricantes tiveram que colocar o preço real do equipamento, ou seja, o preço de mercado, que é o preço que ele custa de verdade. Uma vez que aqui eles vendiam o mesmo aparelho com preços três vezes mais caros que os que eles vendem lá fora. Tal situação assim como o caso dos automóveis, denuncia o Lucro Brasil, onde uma mercadoria custa três vezes mais no Brasil do que em qualquer lugar do mundo, sem os impostos embutidos. Diante disso, o argumento de que a carga tributária era culpa de tudo cai por terra, e no caso dos celulares, os xing-lings desmistificaram isso.
Quando os xing-lings chegaram no Brasil, eles tinham os mesmos recursos ou até o dobro dos celulares legalizados, porém sendo vendidos pela metade do preço destes últimos. Isso forçou os fabricantes a baixarem os preços dos celulares que fabrica assim como aperfeiçou os mesmos. Pode-se comparar isso indiretamente, a abertura econômica feita pelo ex-presidente Fernando Collor, onde antes se vendia equipamentos de baixa qualidade e defasados tecnológicamente a peso de ouro e que com a entrada dos importados, a industria foi obrigada a se reinventar para sobreviver.
Siemens CF75
Sony Ericsson R306
Quanto a qualidade, isso é discutível, uma vez que os celulares fabricados pelas marcas oficiais também apresentam os mesmos problemas ou até piores. Já houve casos de um celular de uma marca famosa explodir nas mãos de um usuário.Isso sem contar os erros de projetos, onde eles lançam um celular no mercado e ele acaba dando tanto defeito que eles são obrigados a tira-los do mercado, como foi o caso do R306 da Sony Ericsson, que após dar um monte de defeito, eles tiveram que trocar junto aos clientes estes celulares por outros similares ( este foi o meu caso). Isso quando tal fato não provoca a saída do próprio fabricante do mercado, como foi o caso da Siemens que fabricou um modelo de celular, o CF75, que causou uma reputação tão ruim para ela que a mesma se viu obrigada a sair do mercado de celulares. E tem também o caso das assistência técnicas cujo o serviço é sofrível. Pelo menos quem compra um xing-ling sabe que ele é descartável e que vai durar pouco, sendo que muitas vezes se surpreende positivamente com ele, uma vez que ele pode durar até mais de três anos. E o caso do celular que eu dei para minha mãe.
Com esta medida corporativista e elitista quem se prejudica é o pobre que fica impedido de comprar um celular relativamente bom e que vai atender as expectativas dele, justamente para que os fabricantes possam voltar a praticar o Lucro Brasil. Isso sem contar que lhe tiram uma opção e o seu direito de escolha, pois tais questões de decisão pessoal pertence exclusivamente ao individuo e isso eles querem suprimir de nós. Portanto, não deixemos isso acontecer. Vamos lutar contra isso.
Celulares piratas com os dias contados no Brasil
Anatel cobra das operadoras um sistema de combate aos aparelhos não-homologados Ofício enviado em 16 de janeiro pela Anatel às operadoras determina que elas construam em um ano um sistema para identificar e bloquear o uso de celulares não-homologados no país. A informação foi obtida pelo Mobile Time, que teve acesso ao documento.Chamados de piratas, estes aparelhos costumam chegar ao Brasil por meio de contrabando e geralmente são vendidos em camelôs e sites. O comércio paralelo levanta polêmica e há anos incomoda os fabricantes legalmente instalados por aqui.
O documento cobra uma "solução tecnológica para coibir o uso de estações móveis não certificadas, com IMEI adulterado, clonado ou outras formas de fraude nas redes do SMP". A sigla para 'International Mobile Equipment Identity" vem grafada em todos os celulares e dentro dela há um número que os identifica. No caso dos não-homologados, este registro é clonado para enganar as operadoras.
A operação deverá ser conduzida com cautela para não prejudicar os donos das milhões de unidades piratas em serviço no Brasil. O desligamento da base destes aparelhos será gradual "de modo a minimizar os impactos sobre a população", esclarece o texto. Depois de instaurado o sistema, novos terminais piratas terão o acesso negado.
Para garantir sucesso ao plano, o documento prevê que as operadoras façam campanhas públicas de conscientização. Além disso, há preocupação em preservar os celulares estrangeiros em atividade no país - já que muitos deles não são homologados - e uma solução deverá ser encontrada para minimizar transtornos a este respeito.
De acordo com o Mobile Time, o assunto está sendo coordenado pelo SindiTeleBrasil, representante das operadoras, e o prazo para que o sitema entre em vigor é janeiro de 2014. Procurada pelo Olhar Digital, a Anatel não comenta o assunto.
Olhar Digital
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