Mostrando postagens com marcador conservadorismo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador conservadorismo. Mostrar todas as postagens
terça-feira, 23 de julho de 2013
Dá vontade de mostrar esta revista na cara de todos os esquerdistas do Brasil
Especialmente ateus, laicistas, abortistas, militantes e militontos em geral. Já li a matéria de capa desta semana da Carta Capital (revista lida por 171% da esquerda brasileira). A matéria tem exatamente o conteúdo anunciado na capa. Quem quiser conferir, confira por si mesmo. O Papa acaba de ganhar um excelente salvo conduto para sua viagem ao Brasil, marcada para amanhã.
O que tenho visto por aí é que, dentro da Igreja, Francisco consegue atrair a ira de vários infiéis: da esquerda católica a tradicionalistas, principalmente os sedevacantistas. A essas críticas se somam as de não católicos, da ultradireita à extrema esquerda. Sinal de que o Papa está no caminho certo. Poderíamos até sonhar com uma intervenção ou dissolução da CNBB, mas aí é sonhar demais. Se bem que vários papas bem diferentes de Francisco passaram sem agir proativamente nesse sentido, e o pontificado de Francisco só teve até agora uns 100 dias.
Um papa conservador em matéria de fé e moral e progressista em matéria de ética e questões seculares (tudo o mais que não envolva fé ou moral) só poderia atrair a ira da fauna e da flora mundial.
Mas há esquerdistas elogiando o recém-entronizado Papa. Até Leonardo Boff entrou na onda. Deixemos alguns esquerdistas festejarem o Papa Francisco, como o Boff e a Carta Capital. Deixemo-os se enganarem achando que o Papa é de esquerda. Aos poucos a Igreja tirará aquilo que nunca pertenceu à esquerda (muito menos à direita), mas nunca foi próprio da esquerda: a preocupação com as pessoas que vivem mais modestamente e a valorização de uma vida mais simples. Porque rigor a esquerda nunca se preocupou com os pobres. Só se interessa por seus votos, muitas vezes conquistados com medidas paliativas, igualzinho ao que faz um populista qualquer, seja de direita ou esquerda. O discurso e o gestual da esquerda é tudo empáfia. No fundo, o sonho de quase todo líder esquerdista é ter a mesma mordomia da burguesia, só que paga pelo Estado.
Vários infiéis da Igreja também não se preocuparam com os pobres, ao longo da história. Mas isso daria um blogue inteiro, não apenas uma postagem.
Postado por
Marcelo Delfino
às
terça-feira, julho 23, 2013
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
Brasil,
Carta Capital,
CNBB,
conservadorismo,
Direita,
Esquerda,
ICAR,
Leonardo Boff,
Papa Francisco,
progressismo
quinta-feira, 30 de maio de 2013
Os partidos de mentirinha
Resposta para Correio do Brasil:
Precisou apenas aparecer uma personalidade pública dizendo que o país tem partidos de mentirinha pra nossa laboriosa classe política dar pití, como seria esperado. Num país onde não há partidos nacionalistas, nem de direita assumida nem conservadores assumidos, só há partidos genéricos. Praticamente apenas partidos de mentirinha disputam eleições no Brasil. Maus exemplos não faltam. Não dá para levar a sério dois partidos que extirparam o "Liberal" até do nome: DEM e PR. Temos um partido social-democrata que é de "gente diferenciada" e antissocial. O PTB não é trabalhista, o PP não é progressista, o PSB não é socialista e o PMDB pisoteia a história do MDB. O pessoal do PC do B anda muito bem relacionado com a alta burguesia internacional, notadamente a ligada à FIFA e ao COI. Os partidos com C de Cristão são antros de fariseus. Os fariseus tem má fama desde sempre, até na Bíblia, que eles não seguem. O pessoal da ultra-esquerda é falso por natureza. Por fim, aquele Partido de Traidores está longe de defender o trabalho, trabalhadores ou qualquer coisa parecida, variação ou contração.
Como dizia Cazuza: meu partido é um coração partido e as ilusões estão todas perdidas. Deve haver milhões de brasileiros na mesma situação.
Precisou apenas aparecer uma personalidade pública dizendo que o país tem partidos de mentirinha pra nossa laboriosa classe política dar pití, como seria esperado. Num país onde não há partidos nacionalistas, nem de direita assumida nem conservadores assumidos, só há partidos genéricos. Praticamente apenas partidos de mentirinha disputam eleições no Brasil. Maus exemplos não faltam. Não dá para levar a sério dois partidos que extirparam o "Liberal" até do nome: DEM e PR. Temos um partido social-democrata que é de "gente diferenciada" e antissocial. O PTB não é trabalhista, o PP não é progressista, o PSB não é socialista e o PMDB pisoteia a história do MDB. O pessoal do PC do B anda muito bem relacionado com a alta burguesia internacional, notadamente a ligada à FIFA e ao COI. Os partidos com C de Cristão são antros de fariseus. Os fariseus tem má fama desde sempre, até na Bíblia, que eles não seguem. O pessoal da ultra-esquerda é falso por natureza. Por fim, aquele Partido de Traidores está longe de defender o trabalho, trabalhadores ou qualquer coisa parecida, variação ou contração.
Como dizia Cazuza: meu partido é um coração partido e as ilusões estão todas perdidas. Deve haver milhões de brasileiros na mesma situação.
Postado por
Marcelo Delfino
às
quinta-feira, maio 30, 2013
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
Cazuza,
COI,
conservadorismo,
cristianismo,
DEM,
Direita,
Esquerda,
FIFA,
Joaquim Barbosa,
liberalismo,
MDB,
nacionalismo,
PC do B,
PMDB,
PP,
PR,
PSB,
PSDB,
PT,
PTB
segunda-feira, 1 de abril de 2013
Regime militar de 1964 é indefensável até sob uma ótica neoliberal
São pouquíssimas as correntes ideológicas que defendem aquele malfadado regime militar de 1964, que completa hoje 49 anos de início (a um ano do cinquentenário, portanto). Por razões óbvias, todas as correntes de esquerda condenam aquele regime. Alguns condenam o regime integralmente, outros condenam apenas a ideologia de direita, mas não o fato de ter sido um regime fechado, já que até hoje apoiam regimes fechados esquerdistas em outras partes do planeta. Conservadores moderados e direitistas moderados também condenaram aquela quartelada. Os daquela época condenaram o golpismo pelo menos a partir do endurecimento do regime. A ponto de Carlos Lacerda (um dos golpistas de 1964, dos mais radicais) ter passado para a oposição (a partir do fim do sonho de uma candidatura presidencial dele) e ter tido seus direitos políticos cassados e Ulysses Guimarães (outro golpista de 1964) ter passado rapidamente para a oposição logo no início do regime e ter se transformado no maior nome da direita moderada na redemocratização do país.
Os que até hoje aprovam e celebram aquela quartelada de 1964 são os da extrema direita. Há os ultraconservadores (que os esquerdistas e os liberais malandramente chamam de conservadores, sem fazer distinção entre conservadores moderados e os ultraconservadores) não envolvidos na repressão armada, como os antigos servidores da Censura Federal que vetaram a divulgação de inúmeras obras durante o regime. E há também os reacionários da extrema direita propriamente dita. Aquela que celebra com os militares golpistas ainda vivos aquela quartelada todo dia 31 de março, fugindo do dia 1º de abril, por ser o Dia da Mentira e o Dia dos Bobos.
Por outro lado, há hoje neoliberais que não se manifestam favoráveis a qualquer aspecto daquela quartelada de 1964. Há pelo menos duas razões. Uma é que o regime militar criou alguma infraestrutura nacional a partir de empresas estatais, algumas delas privatizadas pelos neoliberais desde os anos 90. Neoliberais chamam qualquer criação de infraestrutura estatal de estatismo, em tom bastante pejorativo. Razão pela qual neoliberais não contestam a privataria de Augusto Pinochet, líder daquela outra quartelada: a de 1º de setembro de 1973. Outro ponto que leva neoliberais de hoje a não celebrarem a quartelada brasileira de 1964 é que neoliberais dizem prezar, sobretudo, a eficiência. Tudo sob uma ótica tipicamente capitalista. Não tem nada de interesse público nessa ótica dos neoliberais. Os golpistas de 1964 dizem até hoje terem vindo para livrar o Brasil do comunismo, que é como eles chamam qualquer coisa que lhes lembre esquerda. Sob uma ótica neoliberal, aqueles golpistas não foram totalmente eficientes, pois se foram vitoriosos na quartelada, exterminaram vidas humanas e deixaram sequelas presentes até hoje, eles não eliminaram a esquerda do cenário nacional. Tanto que hoje vemos esquerdistas no poder (entre eles, ex-presos, ex-torturados e ex-exilados) tendo como coadjuvantes alguns apoiadores da quartelada de 1964 e alguns antigos e novos oposicionistas a aquele regime, numa espécie de ecumenismo do mal. Pra não falar em fisiologismo. Ex-presos, ex-torturados, ex-exilados e ex-golpistas de 1964 se tornaram hoje os maiores escroques da política brasileira. Junto com os neoliberais ainda presentes nas três esferas dos poderes executivo e legislativo.
Postado por
Marcelo Delfino
às
segunda-feira, abril 01, 2013
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
Augusto Pinochet,
capitalismo,
Carlos Lacerda,
comunismo,
conservadorismo,
Direita,
Esquerda,
liberalismo,
neoliberalismo,
privatização,
reacionarismo,
Regime militar de 1964,
Ulysses Guimarães
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
Lincoln (filme)
Filmes retratando a figura do presidente Abraham Lincoln houve vários na história do cinema. Até mesmo um filme francamente fantasioso, em que o presidente era, secretamente, um caçador de vampiros. Filmes idiotas sobre vampiros viraram uma doença no cinema hollywoodiano nos últimos anos. Ironicamente, coube ao historicamente escapista cineasta Steven Spielberg fazer agora um filme realístico sobre o icônico político americano, da Guerra de Secessão ocorrida durante seu mandato até o assassinato (o assassino não é mostrado ou mencionado no filme).
Há anos Spielberg se diz arrependido dos "filmes escapistas" (definição dele) que ele fez no auge de sua carreira. Filmes como Tubarão, E.T. e a saga Indiana Jones, fora os filmes de fantasia que ele produziu, como Gremlins e a saga De Volta Para o Futuro. Meu amigo Alexandre Figueiredo tem razão em criticar canais de TV que tentam enquadrar Steven como um cineasta de filmes de arte ou de cinema alternativo, não como o competente cineasta pop que é. Spielberg diz que passou a fazer mais filmes "sérios" a partir do momento em que ele se tornou pai, dizendo querer deixar um legado permanente que ensinasse algo para os filhos. Filmes na linha de A Lista de Schindler e O Resgate do Soldado Ryan, este talvez o melhor da filmografia dele. Mas nem este escapou de alguma pieguice, algo comum em filmes pop ou em filmes de drama feitos por cineastas pop. Não é nada verossímil que um pelotão de militares americanos da Segunda Guerra Mundial fossem destacados apenas para tirar vivo do campo de batalha um único soldado só porque seus três irmãos tinham morrido em combate na mesma guerra.
Talvez o maior mérito de Steven Spielberg neste filme Lincoln tenha sido não interferir na história e deixar o elenco à vontade. Porque é o elenco que faz este filme ser magistral, salvando-o do ar de documentário arrastado e monótono que fatalmente teria se tivesse sido feito por um diretor incompetente ou se tivesse um elenco mediano. O filme também acertou muito em mostrar todos os lados do icônico presidente Lincoln. Lado bom e lado mau, diga-se de passagem. O lado bom mostrado: seu combate à escravidão, iniciado com a Proclamação de Emancipação e tendo seu auge no assunto principal da trama do filme: o processo político que levou à 13ª Emenda à Constituição dos Estados Unidos. O lado mau mostrado: para chegar à 13ª Emenda, Lincoln não hesitou em trocar votos de representantes (deputados) democratas que perderam a reeleição em 1864 por cargos de confiança no seu segundo mandato presidencial. Um tipo de relação entre os poderes Executivo e Legislativo que se tornaria rotina em muitos países do continente nos séculos seguintes.
Aqui, alguns parêntesis ausentes no filme: o Partido Democrata era na época um partido ultraconservador, daqueles que conservam o que deveriam e o que não deveriam. O Partido Democrata só viraria para a atual realpolitik de esquerda liberal no século XX. O então novato Partido Republicano (nascido em 1854) tinha sido fundado exatamente para promover o liberalismo econômico, o que incluía a abolição da escravatura. Mesmo assim, o movimento abolucionista não era unanimidade entre os republicanos. O próprio Lincoln (um republicano) era contra a escravidão, mas era inseguro quanto a aderir ao movimento. Só optou por aderir irreversivelmente ao movimento quando viu na Abolição uma oportunidade de dar fim à motivação dos Estados Confederados da América em irem para a guerra civil, e por consequência apressar o fim da própria guerra. Mas, por essa época, Lincoln já estava sendo influenciado por pensadores que se diziam favoráveis à subordinação do capital ao trabalho, como Karl Marx. Algo que seria inadmissível no Partido Republicano a partir do século XX.
Publicado originalmente no Blogue de Delfino em 31 de janeiro de 2013.
Postado por
Marcelo Delfino
às
terça-feira, fevereiro 05, 2013
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
Abraham Lincoln,
cinema,
conservadorismo,
escravidão,
Esquerda,
EUA,
Guerra de Secessão,
Karl Marx,
liberalismo,
Lincoln (filme),
Partido Democrata EUA,
Partido Republicano EUA,
Steven Spielberg
sábado, 21 de julho de 2012
Dom Orani nomeado membro titular do Conselho de Comunicação Social
Dom Orani João Tempesta mostra com a prática que acredita na importância do uso dos meios de comunicação como espaço de debates entre toda a sociedade civil. Não há com quem Dom Orani se recuse a conversar, mesmo os discordantes da Igreja. Dom Orani é um dos integrantes da ala moderada do episcopado brasileiro, historicamente dividida entre os ditos conservadores e os simpatizantes da Teologia da Libertação. É o fundador da Fundação Nazaré, responsável por uma rádio e uma emissora de TV na cidade de Belém do Pará. Como atual arcebispo do Rio de Janeiro, é o responsável pela Fundação Catedral, que abriga a Catedral FM, o jornal O Testemunho de Fé e a WEB TV Redentor.
Fonte: ACI.
RIO DE JANEIRO, 19 Jul. 12 (ACI) - A Conferência Nacional dos bispos do Brasil informou hoje que Dom Orani João Tempesta, arcebispo do Rio de Janeiro, é um dos membros do Conselho de Comunicação Social um órgão auxiliar do parlamento brasileiro. Ele é um dos cinco representantes da sociedade civil.
O Congresso Nacional aprovou a nova composição do colegiado nesta terça-feira, 17 de julho. Entre suas funções está avaliar questões ligadas à liberdade de manifestação do pensamento, da criação, da expressão e da informação e emitir pareceres e recomendações ligadas à produção e programação de emissoras de rádio e TV.
A Nota da Agencia Senado sobre o fato recorda que o Consellho é composto por 13 titulares e 13 suplentes e também deve opinar, quando consultado, sobre propagandas de tabaco, bebidas alcoólicas, agrotóxicos, medicamentos e terapias, além de diversões e espetáculos públicos. O colegiado também pode avaliar as finalidades educativas, artísticas, culturais e informativas da programação das emissoras de rádio e televisão e deve prezar pela regionalização da produção cultural, artística e jornalística.
Outros temas que podem passar por análise do Conselho são propriedade, monopólio ou oligopólio dos meios de comunicação social e outorga e renovação de concessão, permissão e autorização de serviços de radiodifusão sonora e de sons e imagens.
Esta será a terceira composição do Conselho, regulamentado pela Lei 8.389/1991. A primeira foi aprovada em 2002 e a segunda, em 2004. O órgão inclui representantes dos veículos de comunicação (rádio, TV e imprensa escrita); um engenheiro com conhecimento de comunicação social; representantes de jornalistas, radialistas, artistas e profissionais de cinema e vídeo; e cinco representantes da sociedade civil.
Os nomes são sugeridos pelas entidades representativas de cada setor à Mesa do Congresso Nacional. Cada membro tem mandato de dois anos, podendo ser reconduzido por uma vez. De acordo com a lei, o Conselho de Comunicação Social deve eleger seu presidente e vice-presidente dentre os representantes da sociedade civil, e as despesas do colegiado são pagas pelo Senado.
Fonte: ACI.
RIO DE JANEIRO, 19 Jul. 12 (ACI) - A Conferência Nacional dos bispos do Brasil informou hoje que Dom Orani João Tempesta, arcebispo do Rio de Janeiro, é um dos membros do Conselho de Comunicação Social um órgão auxiliar do parlamento brasileiro. Ele é um dos cinco representantes da sociedade civil.
O Congresso Nacional aprovou a nova composição do colegiado nesta terça-feira, 17 de julho. Entre suas funções está avaliar questões ligadas à liberdade de manifestação do pensamento, da criação, da expressão e da informação e emitir pareceres e recomendações ligadas à produção e programação de emissoras de rádio e TV.
A Nota da Agencia Senado sobre o fato recorda que o Consellho é composto por 13 titulares e 13 suplentes e também deve opinar, quando consultado, sobre propagandas de tabaco, bebidas alcoólicas, agrotóxicos, medicamentos e terapias, além de diversões e espetáculos públicos. O colegiado também pode avaliar as finalidades educativas, artísticas, culturais e informativas da programação das emissoras de rádio e televisão e deve prezar pela regionalização da produção cultural, artística e jornalística.
Outros temas que podem passar por análise do Conselho são propriedade, monopólio ou oligopólio dos meios de comunicação social e outorga e renovação de concessão, permissão e autorização de serviços de radiodifusão sonora e de sons e imagens.
Esta será a terceira composição do Conselho, regulamentado pela Lei 8.389/1991. A primeira foi aprovada em 2002 e a segunda, em 2004. O órgão inclui representantes dos veículos de comunicação (rádio, TV e imprensa escrita); um engenheiro com conhecimento de comunicação social; representantes de jornalistas, radialistas, artistas e profissionais de cinema e vídeo; e cinco representantes da sociedade civil.
Os nomes são sugeridos pelas entidades representativas de cada setor à Mesa do Congresso Nacional. Cada membro tem mandato de dois anos, podendo ser reconduzido por uma vez. De acordo com a lei, o Conselho de Comunicação Social deve eleger seu presidente e vice-presidente dentre os representantes da sociedade civil, e as despesas do colegiado são pagas pelo Senado.
Assinar:
Postagens (Atom)



