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domingo, 15 de julho de 2012
Equipe do TRIBUTO visita exposição Maldita 3.0
Parte da equipe de colaboradores do Tributo ao Rádio do Rio de Janeiro esteve ontem à tarde na exposição Maldita 3.0, sobre os 30 anos da Fluminense FM, a Maldita. Além de minha presença pessoal (o primeiro da foto, da esquerda para a direita), também compareceram Alexandre Figueiredo, ao centro na foto (editor do Mingau de Aço e d'O Kylocyclo, parceiro do TRIBUTO desde o início e também dos blogues Kiss FM 91,9 Rio de Janeiro e Preserve o Rádio AM) e Leonardo Ivo, à direita na foto (parceiro do TRIBUTO e de seu blogue, e editor do Fatos Gerais). Conosco estava também o amigo e irmão de Alexandre, Marcelo Pereira (editor do Planeta Laranja e do Pizzaria do Poder). A foto foi tirada diante de um painel branco onde eram projetadas palavras soltas relacionadas à história da rádio.
Entre todos nós, houve a satisfação de ver muitos itens presentes na exposição lembrando todas as fases da Fluminense FM. São itens diversos como fotos, textos, jornais, revistas, livros, memorabilia de shows promovidos pela rádio (cartazes, ingressos, credenciais e folders, de shows de bandas ao memorável Rock in Rio de 1985), o vinil original Rock Voador, CDs promocionais, cartazes que enfeitavam a sede da rádio, equipamentos da rádio na fase 1982-1985, instrumentos musicais autografados por músicos, prêmios ganhos por fãs (alguns autografados por bandas) e a carta de um ouvinte escrita para Leandro Souto Maior (coordenador da rádio na década de 2000) pedindo para a rádio parar de tocar coisas óbvias. Além disso, um telão exibia continuamente o documentário curta-metragem A Maldita (um troféu concedido para a sua equipe no Festival do Rio está na exposição) e uma matéria de um programa televisivo de esportes feita na rádio nos anos 90. Havia também duas TVs exibindo vídeos relacionados à rádio, como os programas que a rádio teve na TV e entrevistas com seus funcionários. Ainda pretendo organizar e publicar as outras fotos tiradas na exposição.
Foram horas agradáveis em que vimos os itens da exposição e conversamos sobre a rádio e diversos outros assuntos. Quero contar sempre com a presença dos amigos em eventos e ocasiões como essa. Pode ser que nos encontramos novamente, nos próximos eventos da exposição.
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Marcelo Delfino
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domingo, julho 15, 2012
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sábado, 14 de julho de 2012
Muito blá blá blá sobre rock no dial carioca. Rock que é bom, tem quase nada
Comentários para o grupo Dial do Rio:
O pessoal da Roquette FM ficou mais de meia hora ontem (entre 8:50 e 9:30) debatendo sobre rock. Citaram os primórdios do gênero (Elvis Presley), algumas bandas clássicas dos anos 60 e 70, lembraram as bandas da Jovem Guarda que gravavam versões em português de sucessos gringos, lembraram do punk rock, lembraram de Rita Lee e Raul Seixas, lembraram da geração oitentista (a brasileira e a gringa) e lembraram do Pearl Jam, a mais rock'n roll banda noventista. Também citaram radialistas e jornalistas que divulgaram o gênero no rádio: Big Boy e Luiz Antonio Mello. Claro que citaram as rádios em que eles trabalharam: Mundial 860 e Fluminense FM. Lembraram o slogan 'Maldita' da rádio niteroiense e bandas brazucas que ela lançou.
O problema é que hoje em dia se fala muito de rock no dial carioca (mesmo nas ouníus CBN e, ironia das ironias, na Band News Fluminense FM), mas pouco se toca rock. A não ser rock brazuca na MPB FM e emo nas rádios pop.
Tem o programa Acorde, de Leandro Souto Maior, aos sábados 16h na Roquette FM. Mas é pouco pra uma cidade que já teve a Eldo Pop, a Estácio e a Fluminense FM. É pouco até para o Leandro Souto, que foi coordenador da Fluminense.
O pessoal da Roquette FM ficou mais de meia hora ontem (entre 8:50 e 9:30) debatendo sobre rock. Citaram os primórdios do gênero (Elvis Presley), algumas bandas clássicas dos anos 60 e 70, lembraram as bandas da Jovem Guarda que gravavam versões em português de sucessos gringos, lembraram do punk rock, lembraram de Rita Lee e Raul Seixas, lembraram da geração oitentista (a brasileira e a gringa) e lembraram do Pearl Jam, a mais rock'n roll banda noventista. Também citaram radialistas e jornalistas que divulgaram o gênero no rádio: Big Boy e Luiz Antonio Mello. Claro que citaram as rádios em que eles trabalharam: Mundial 860 e Fluminense FM. Lembraram o slogan 'Maldita' da rádio niteroiense e bandas brazucas que ela lançou.
O problema é que hoje em dia se fala muito de rock no dial carioca (mesmo nas ouníus CBN e, ironia das ironias, na Band News Fluminense FM), mas pouco se toca rock. A não ser rock brazuca na MPB FM e emo nas rádios pop.
Tem o programa Acorde, de Leandro Souto Maior, aos sábados 16h na Roquette FM. Mas é pouco pra uma cidade que já teve a Eldo Pop, a Estácio e a Fluminense FM. É pouco até para o Leandro Souto, que foi coordenador da Fluminense.
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Marcelo Delfino
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sábado, julho 14, 2012
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