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quinta-feira, 28 de março de 2013
A dança dos números nos ônibus cariocas
Continua a dança dos números nas linhas de ônibus municipais cariocas. Várias delas trocaram de número depois do início do fardamento dos ônibus: todos eles pintados com o mesmo padrão, com detalhes mínimos por cores diferenciando os ônibus que operam linhas de um dos quatro consórcios existentes na cidade. A dança é muito cômoda para os politiqueiros tecnocratas do município do Rio de Janeiro e dá um nó na cabeça dos distintos passageiros. Depois da mudança de linhas do consórcio Transcarioca como Praça 15 - Vila Valqueire (de 260 para 363, operada pela Transportes Estrela) e Praça da República - Praça Seca (de 284 para 371, operada pela Viação Novacap), linhas do consórcio Internorte começaram a mudar seus números também. O ônibus da foto é da Pavunense. Ele aparece na frente do Norte Shopping, operando numa linha do consórcio Internorte: a antiga linha 687 (Méier - Pavuna), que está mudando para 615. Na verdade, a maioria dos ônibus dessa linha continua circulando com o número 687, sem qualquer referência ao 615, que é um número bem baixo da casa dos 600. Os números mais próximos são de linhas da região da Barra e de Jacarepaguá, todas de outro consórcio: o Transcarioca, não do Internorte.
Deve ter politiqueiro tecnocrata da área de transportes do município do Rio de Janeiro com números demais na cabeça, querendo enfia-los na cabeça dos passageiros de ônibus. Se ao menos algum deles fosse um compositor talentoso como Raul Seixas (autor da música Os Números, juntamente com Paulo Coelho), poderia até fazer uma música.
sábado, 14 de julho de 2012
Muito blá blá blá sobre rock no dial carioca. Rock que é bom, tem quase nada
Comentários para o grupo Dial do Rio:
O pessoal da Roquette FM ficou mais de meia hora ontem (entre 8:50 e 9:30) debatendo sobre rock. Citaram os primórdios do gênero (Elvis Presley), algumas bandas clássicas dos anos 60 e 70, lembraram as bandas da Jovem Guarda que gravavam versões em português de sucessos gringos, lembraram do punk rock, lembraram de Rita Lee e Raul Seixas, lembraram da geração oitentista (a brasileira e a gringa) e lembraram do Pearl Jam, a mais rock'n roll banda noventista. Também citaram radialistas e jornalistas que divulgaram o gênero no rádio: Big Boy e Luiz Antonio Mello. Claro que citaram as rádios em que eles trabalharam: Mundial 860 e Fluminense FM. Lembraram o slogan 'Maldita' da rádio niteroiense e bandas brazucas que ela lançou.
O problema é que hoje em dia se fala muito de rock no dial carioca (mesmo nas ouníus CBN e, ironia das ironias, na Band News Fluminense FM), mas pouco se toca rock. A não ser rock brazuca na MPB FM e emo nas rádios pop.
Tem o programa Acorde, de Leandro Souto Maior, aos sábados 16h na Roquette FM. Mas é pouco pra uma cidade que já teve a Eldo Pop, a Estácio e a Fluminense FM. É pouco até para o Leandro Souto, que foi coordenador da Fluminense.
O pessoal da Roquette FM ficou mais de meia hora ontem (entre 8:50 e 9:30) debatendo sobre rock. Citaram os primórdios do gênero (Elvis Presley), algumas bandas clássicas dos anos 60 e 70, lembraram as bandas da Jovem Guarda que gravavam versões em português de sucessos gringos, lembraram do punk rock, lembraram de Rita Lee e Raul Seixas, lembraram da geração oitentista (a brasileira e a gringa) e lembraram do Pearl Jam, a mais rock'n roll banda noventista. Também citaram radialistas e jornalistas que divulgaram o gênero no rádio: Big Boy e Luiz Antonio Mello. Claro que citaram as rádios em que eles trabalharam: Mundial 860 e Fluminense FM. Lembraram o slogan 'Maldita' da rádio niteroiense e bandas brazucas que ela lançou.
O problema é que hoje em dia se fala muito de rock no dial carioca (mesmo nas ouníus CBN e, ironia das ironias, na Band News Fluminense FM), mas pouco se toca rock. A não ser rock brazuca na MPB FM e emo nas rádios pop.
Tem o programa Acorde, de Leandro Souto Maior, aos sábados 16h na Roquette FM. Mas é pouco pra uma cidade que já teve a Eldo Pop, a Estácio e a Fluminense FM. É pouco até para o Leandro Souto, que foi coordenador da Fluminense.
Postado por
Marcelo Delfino
às
sábado, julho 14, 2012
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